Postado em 31/05/2012 com 1195 notes! (via/) | Reblog

Não coloque palavras na minha boca, coloque sua língua.
Postado em 31/05/2012 com 12048 notes! (via/original) | Reblog

    Amigo: — Cara, você se arrependeu de ter terminado com ela?
    Ele: — Olha pra mim, você acha que eu me arrependi? Eu saia sexta e só voltava segunda de manhã pra trabalhar. Eu peguei a mãe, a filha, a prima, a tia e só não peguei a vó da vizinha, porque ela tinha hemorroida. Eu tinha cortesia pra entrar nas melhores baladas. Eu esnobei as garotas que todos os homens queriam pegar. Transei de segunda à sábado, e domingo eu via futebol. Detalhe, sem ninguém me chamando pra ir ver a porra do casal feliz no Faustão ou sei lá o que. Me mandavam mensagens o dia todo e se você perguntar se eu li alguma eu vou te dizer que não. Eu podia ver filme pornô, levar a guria que eu quisesse pra minha cama e depois chamar o taxi pra ela ir embora pra eu não precisar gastar gasolina, porque convenhamos, tá cara pra caralho. Eu era o que elas queriam de qualquer jeito. E eu, queria todas de qualquer jeito, mas só um pouquinho cada uma. Chamava todas de bê, pra não errar o nome de nenhuma. E por que diabos elas achavam que isso era fofo? Eu ia pra academia as três das tarde e voltava as oito da noite. Tenho uma coleção de calcinha perdida na última gaveta da minha estante. Eu saia na rua com o som alto no carro e podia escolher a dedo, quero essa, depois essa e mais tarde, essa. Na minha geladeira nunca tinha uma caixa de cerveja, eram no minimo quatro. Eu não devia nada pra ninguém. A única guria que me cobrava alguma coisa, era minha mãe. Me cobrava minha cueca lavada e só. Não tinha que ir no cinema ver as comédias românticas e falar “own amor, eu faria o mesmo por você”. Não tinha que deixar de ir pra balada pra fazer um lanchinho em família. Não precisava me preocupar em horário e olhava pra quem eu queria na rua. Minha casa tinha festa toda quarta. Camisinha aqui tinha do Bob Esponja até das Três espiãs demais. E eu ainda dava de brinde um moranguinho pra cada garota. Meu trampo era sentado na frente do computador. Peguei tua irmã cara. A amiga dela. A Carolzinha filha do Prefeito da cidade. A Jú filha do gerente do banco. Loira, morena, ruiva, que gostava de pagode até a que gostava de gospel. Eu tinha o mundo na minha mão. E você me pergunta se eu me arrependi? Me arrependi caralho. Porque toda essa porra de vida perfeita nesses 4 meses que fiquei sem ela não teve valor nenhum depois que eu vi ela sorrindo de um jeito que nunca sorriu pra mim, pra um outro cara aí. Pra um vagabundo desgraçado que vai fazer ela feliz, porque eu, eu não fiz ela feliz e ainda mandei a melhor coisa que eu tinha na vida me esquecer. E sabe o que é pior? Ela me obedeceu.
Postado em 9/05/2012 com 33744 notes! (via/) | Reblog

— Você voltou rápido do banheiro.
— Eu só fui cuspir o chiclete.
— Por que não cuspiu nessa catarreira aí do lado?
— Porque isso é um troço de botar velas.
— Eu tomei uma garrafa inteira de vinho, acho melhor ir pra casa.
— Acho que você deveria ficar.
— Acho que se eu ficar, vou querer ver seus peitos.
— Agora não rola, tem criança aqui.
— Olha bem: é uma anã.
— Eu não gosto da minha bunda.
— Sua bunda é bonita, você é toda bonita, bonita normal, mas seus peitos são internacionais.
— Eu gostei da sua calça molinha, dá pra sentir exatamente como é o seu pau.
— Você não quer sentir ele na boca?
— Quero, assim que as crianças forem embora.
— Olha bem: é uma anã.
— Não é.
— Mas ela tá fumando.
— Meu Deus, é mesmo uma anã.
— Então chupa meu pau?
— Espera, vamos pra minha casa?
— Você vai me levar pra sua casa?
— Só se você prometer que não vai me matar.
— Eu prometo, até porque tô sem tempo hoje.
— Se você fizer assim eu não vou conseguir dirigir.
— Dirige assim, quero ver.
— Não posso bater o carro, eu vou vender o carro na quarta.
— Tá perto? Eu tô com muito tesão.
— Eu também. Mas eu tomo um remédio que mexe com a minha libido, tô achando estranho tanto tesão.
— Eu não tomo nada mas deveria porque eu não durmo.
— Dorme na minha casa.
— Você disse que odeia que durmam na sua casa.
— Mas eu gosto de você. Eu gostei do seu cheiro.
— Do meu cheiro ou do perfume?
— Não sei. Eu gostei de você porque você é meio ogro, meio doce, você é ogrodoce.
— Você está tão sensual agora.
— Só agora?
— Só.
— Mas estamos juntos desde as seis da tarde e só fiquei sensual agora?
— Só.
— Mas eu te fiz rir das seis da tarde até agora.
— Macaco de circo não é sensual, é divertido, é legal, mas não é sensual.
— Eu sempre achei que ser engraçada era meu ponto forte.
— Não é. (…). Você ficou mal com o que eu falei?
— Muito.
— Por quê?
— Porque sem fazer piada eu não sei fazer mais nada.
— Então chupa meu pau.
—Tenho nojo sem estar apaixonada.
— Então se apaixona.
— Tá.
— Chegamos?
— Sim.
— Legal aqui, pequeno mas legal.
— E se eu falar o mesmo de você?
— Vai voltar a fazer piada?
— Eu não consigo parar.
— Para só um pouco, só um pouco.
— Vou tentar.
— Se desarma, vai.
— Vou tentar.
— Posso ver agora?
— Pode.
— Posso tirar a calça?
— Pode. Então tira a bota antes, botas são complicadas.
— Tiro.
— Você só me obedece?
— Só.
— Ah não, você tá fazendo graça!
— Tô.
— Não faz graça, se entrega, fazer graça é sua defesa, não se defende, eu tô bêbado, eu não tô me defendendo.
— Pra você é fácil.
— Por quê?
— Porque você é homem.
— Homem morre de medo de mulher como você.
— Como sou eu?
— O tempo todo analisando profundidades, dando notas de desempenho para almas.
— Notas?
— É, você é a Bruna Surfistinha da profundidade.
— Eu quero chupar seu pau.
— Não, antes eu quero ver uma coisa.
— Pode ver.
— Você tá com frio?
— Não, eu tô tremendo porque gosto tanto de você.
— Calma.
— Eu sei.
— Calma.
— Eu sei.
— Posso?
— Espera, deixa eu pegar a camisinha.
— Onde tem?
— Ali.
— Você é safada.
— Por que tenho camisinha perto da cama?
— Amanhã quando eu for embora seu porteiro vai rir e pensar “essa dona do 64 não perde tempo”.
— Eu sou uma vadia porque vou transar com você e acabei de te conhecer?
— Não!
— É?
— Não.
— Então não.
— Chupa mais um pouco antes de eu colocar. (…).
— Espera, devagar.
— Tá.
— Posso?
— Pode.
— Vira?
— Viro.
— Fica assim?
— Fico.
— O que foi?
— Doeu um pouco.
— Desculpa.
— Não.
— Não desculpa?
— Desculpo, mas não, não para.
— Eu posso gozar?
— Pode.
— E você?
— Eu vou bem, obrigada.
— Não faz piada agora, peloamor, eu tô quase gozando e você continua armada.
— Desculpa, mas me sinto sexy sendo engraçada.
— Você é muito sexy sendo engraçada.
— Você disse que não.
— Eu menti.
— Adoro essa música.
— O que é isso?
— Animal Collective.
— Não curto essas coisas estranhas, meio eletrônicas, meio sei lá.
— Você tem o melhor beijo do ano, o melhor sexo oral do ano, a mão quente, a boca quente, é tudo tão gostoso.
— Sério que você não vai falar do meu pau?
— Seu pau é lindo.
— Eu nunca imaginei que seria tão bom.
— Por quê?
— Porque você é metidinha intelectual, nhãnhãnhã.
— Posso lamber sua tatuagem?
— Posso te enforcar um pouco?
— Eu dou defeito.
— Toda mulher dá defeito, mas você parece ser o tipo louca que dá defeito rápido.
— Eu já tô dando defeito.
— Eu vou gozar.
— Goza!!!!!!!!!!
— Eu tô com vergonha.
— Por quê?
— Por causa do escândalo.
— Foi lindo, você parecia a Luisa Marilac falando “porra” e tomando uns bons drink na Eu-ro-pa.
— Eu pareço um traveco gozando?
— Desculpa, eu não consigo parar de fazer piada.
— Eu vou embora.
— Mais cinco, por favor?
— Trepadas?
— Não, minutos.
— Eu preciso ir.
— Por quê?
— Pra não ficar pra sempre.
— Fica pra sempre.
— Por quê?
— Porque aqui tem amor, dinheiro e tarja preta, você pode só descansar existindo, eu faço o resto todo.
— Tarja preta vicia.
— Dinheiro também.
— Você tá tirando onda de rica?
— Não, eu tô tirando onda de homem.
— Você é uma menininha.
— Perto de você eu consigo ser e você não sabe o prazer que isso me dá.
— Se sentir menina?
— Estar com um homem, eu só andei com moleques nos últimos anos.
— Eu sou velho?
— Você é bonito demais.
— Eu sou bonito porque você admira meu trabalho, eu não sou bonito tipo andando na rua.
— Você é bonito tipo andando na rua.
— Seus peitos são internacionais.
— Leva um e me deixa com o outro.
— Qual você quer me dar?
— O que tem o coração.
— Você vai pro Rio quando?
— Eu quero te ver de novo.
— Então, vai pro Rio.
— Eu tenho fobia do Rio.
— Eu também.
— Porque lá é tudo feliz mas eu me sinto sozinha.
— Exatamente.
— Quero tanto te ver.
— Dá próxima vez você é que vai pagar o vinho.
— Mas foi você que bebeu.
— Não interessa.
— Fala “não interessa” de novo.
— Não interessa.
— Adoro sua voz.
— E o que mais?
— E sua mão quente e seu beijo calminho e intenso e seu jeito de lamber antes a calcinha pra ver se tava cheirando bem.
— Tava cheirando ótimo.
— Mas eu trabalhei o dia inteiro.
— Mas tava ótimo.
— Cheiro ou combina ou não combina.
— É.
— É.
— Chama um táxi.
— Não.
— Eu ficaria mais se não tivesse que arrumar as malas.
— Não arruma, fica pelado pra sempre, você é tão bonito pelado.
— Vou jogar isso fora antes que caia tudo na sua cama.
— Deixa cair, engravida minha solidão.
— Que bonito isso, você deveria ser escritora.
— Que cínico você, deveria ser ator.
— Eu ficaria mais.
— Eu não gosto nunca de nada e gostei tanto de você.
— É?
— Droga.
— O quê?
— Eu falando de gostar.
— E daí?
— E daí que vai acontecer tudo de novo.
— O quê?
— Vou sentir demais, falar demais, escrever demais, você vai embora.
— Agora eu vou embora.
— E depois?
— Depois não sei.
— Tá.
— Eu ficaria, sério, eu ficaria muito, muito, muito.
— Eu sei.
— Mas agora eu vou.
— Então tira o dedo dai.
— Não consigo.
— Então não tira.
— Eu queria foder o dia inteiro com você.
— Eu queria foder a vida inteira com você.
— Você é exagerada.
— É só como dá pra ser.
— Chupa meu pau?
— Pra sempre.
Tati Bernardi  (via umfoda-seprasociedade)
Postado em 8/05/2012 com 8453 notes! (via/original) | Reblog

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(Anna senta num café, pega seu maço de cigarros)

Anna: Droga, meu isqueiro acabo logo agora.

(O cara da mesa ao lado levanta-se e diz)

Brian: Quer que eu acenda? 

Anna: Ah… Obrigada!

Brian: Posso me sentar?

Anna: Sim…

Brian: Marlboro light, seu preferido não é?

Anna: É sim. 

Brian: Você continua linda.

(Silêncio)

Anna: Não te conheço de algum lugar? 

Brian: Talvez…

Anna: Qual seu nome?

Brian: Meu nome é Brian.

Anna: Realmente me é familiar.

Brian: O mundo é pequeno Anna…

Anna: Como sabe meu nome? Eu devo te conhecer, é que desde…

Brian: Desde o seu acidente?

Anna: Você tem uma bola de cristal ai?

Brian: Não, não hahaha. Reparei na sua cicatriz.

Anna: Ah… E que desde o meu acidente, não consigo lembrar de alguns lugares ou pessoas.

Brian: Entendo…

Anna: Então… Eu… Eu te conheço?

Brian: Eu costumava ser seu namorado.

Postado em 8/05/2012 com 39885 notes! (via/original) | Reblog

Postado em 5/05/2012 com 4239 notes! (via/original) | Reblog

Postado em 5/05/2012 com 19546 notes! (via/original) | Reblog

Postado em 5/05/2012 com 476 notes! (via/original) | Reblog

Tô arranjando força lá da puta que pariu pra conseguir continuar.
Sibilar (via reconfigurado)
Postado em 5/05/2012 com 5860 notes! (via/original) | Reblog

Só não sou mais idiota por falta de vitamina

nescaunocabelo:

Postado em 20/04/2012 com 2567 notes! (via/original) | Reblog

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